
Descalça corre sem parar
Num campo de papoilas ao luar.
Nesse seu chão que detona...
Para amar.
Num verde esperança,
Leva o coração a desaguar,
Naquele rio...
Que só tem olhos para o mar.
Corada e sensível!
Essa flor soberana do campo,
em caule amarro,
Que fecha no escuro
E abre, quando o dia brotar.
Desperta para o dia mais singelo,
Voando…
Dançando…
E amando…
Desvanecendo no mais leve
Magoar…
Poema :extraido da net.