quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010


À Professora Céu, por quem eu tenho uma especial simpatia e carinho, quero dedicar este pequeno poema de Sophia Mello Breyner, com votos de um
FELIZ ANIVERSÁRIO


Se
Se tanto me dói que as coisas passem
É porque cada instante em mim foi vivo
Na busca de um bem definitivo
Em que as coisas de Amor se eternizassem


Um beijinho
Cila

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010


Para a Lénea o meu beijinho de PARABÉNS com votos de muita saúde para contar muitos e muitos aniversários.
Felicidades e um abraço da Fernanda

Parabéns Lénea

Bjs KIKAU

Neste dia especial, deixo um poema da Sophia Andresen, o qual dedico com muito carinho à amiga Lénea, com votos de
Um Feliz Aniversário


Mar Sonoro

Mar sonoro, mar sem fundo mar sem fim
A tua beleza aumenta quando estamos sós
E tão fundo intimamente a tua voz
Segue o mais secreto bailar do meu sonho,
Que momentos há em que eu suponho
Seres um milagre criado só para mim.


beijinho
Cila
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Para a Lenea que o seu dia de Aniversàrio se prelongue por muitos anos repletos de SAÚDE - PAZ - AMOR

O Carnaval das Amigas

Olá pessoal ,
estou de volta ,e tenho um presente para vocês ....


Espero que gostem !
Ivone

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010



Para as amigas naturais dessa bonita cidade que é Sines e da qual vou tendo já saudades,ofereço-vos este singelo poema, escrito recentemente.Espero que gostem!


"Sines da minha saudade"



Como eu recordo aqueles tempos!

Em que feliz vivi momentos.

E sem quaisquer contratempos.

Povoam-me os pensamentos.

Brilhava a felicidade.

Em cada lugar onde passei.

Ainda hoje á saudade.

Dos tempos que não esquecerei.

Sines,vila e depois cidade.

Dos tempos da memória.

Desses tempos,dessa verdade.

Que estão na minha história.

Sines foi berço de poesia.

Presenciou amizades belas.

E onde transparece alegria.

Lembrando pinturas e aguarelas.

Aquele porto ao entardecer.

Com gaivotas esvoaçantes.

Pescadores do seu viver.

E poetas bons rimantes.

Vasco da Gama tudo mirou.

E sabe como de Sines gostei.

O tempo esse veloz passou.

Mas as marcas todas eu guardei.

Fevereiro de 2010

Autora: Zézinha Coelho

O nosso Carnaval foi assim ...

Olá pessoal ,
estou de volta ,e tenho um presente para vocês ....


Espero que gostem !

domingo, 21 de fevereiro de 2010


Caras amigas,
Este ilustre cavalheiro chama-se AMILCARE PONCHIELLI, e foi um grande compositor Italiano do século dezanove. Na sua vasta obra fui encontrar
LA DANZA DE LAS HORAS,
que é nada mais nada menos, que o belíssimo tema que estamos a ouvir.
DISFRUTEM-NO porque vale a pena!!!


Beijinho
Cila

Nos bastidores do Carnaval

A azáfama era imensa. Os participantes e alguns ajudantes esforçavam-se para que nada faltasse.
-Quem tem um alfinete? e a vozinha infantil - as calças estão largas...
Aquele espaço tão cheio de cor ia ficando vazio enquanto uma voz forte e clara ia chamando:
- Carro, biquinis, vestidos, baianas, - e os adereços lá iam sendo entregues aos seus utilizadores.
Tudo estava pronto. Era patente o desalento daquela gente que durante 45 dias trabalhou arduamente para estes 3 dias tão especiais.
Pela minha memória passou então um Carnaval longínquo...

Estava junto ao Castelo, o corso tinha acabado. Como sempre tinha percorrido o recinto espalhando brilhantes e fitas e participando na batalha de flores (ou de sacos de serradura) na Praça dos Correios.
Aquela gente que agora subia a rua dirigia-se para o baile da Esplanada. Iam aos grupinhos usando as fatiotas da época.

À noite uns amigos convidaram-me para ir ao baile. E lá fui eu. Vestia uma sainha evasé, de feltro castanho escuro, bem acima do joelho, e um casaco canelado, cor de laranja, que deixava ver os folhos da blusa de cambraia branca. Não parei na cadeira... "dança comigo?" O grupo musical tocava uma rapsódia de música popular:
......Oooooliveirinha da serra, o vento leva a flor...
......Aaaaalecrim, alecrim doirado, que nasce no campo, sem ser semeado...
......O raspa, o raspa, o raspa,....
ao que se seguia:
......Receba as flores que eu lhe dou, e em cada flor um beijo meu...
E as músicas eram cantadas em uníssono pelo vocalista e por nós.

Alguns dias depois li numa revista brasileira a representação dos três dias de Carnaval:
Numa sala entra pela janela uma linda ave que rodopia e canta espalhando alegria. No segundo quadro ela já cansada continua hilariante e no terceiro quadro ela parte, pela mesma janela, deixando um rasto de tristeza e um vazio imenso.
E eu, que nem apreciava banda desenhada, percebi tão bem aquela mensagem.

A voz do segurança despertou-me: - Agora!... e os foliões param no limiar da porta de vidro. Respiram fundo, contêm uma lágrima e de cabeça erguida lá vão ocupar o seu lugar no corso. E quando o último sai, eu ponho o capuz do meu Kispo branco sobre a cabeça, tiro a máquina fotográfica e vou com eles...

Volta, linda ave doirada, de bico vermelho. Nós esperamos por ti no próximo Carnaval.