terça-feira, 16 de dezembro de 2008
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
És meu irmão
Tu que dormes na calçada ao relento
Numa cama de chuva com lençois feitos de vento
Tu que tens o Natal da solidão, do sofrimento
És meu irmão amigo
És meu irmão
E tu que dormes só no pesadelo do ciúme
Numa cama de raiva com lençois feitos de lume
E sofres o Natal da solidão sem um queixume
És meu irmão amigo
Ès meu irmão
Natal é em Dezembro
Mas em Maio pode ser
Natal é em Setembro
É quando um homem quizer
Natal é quando nasce uma vida a amanhecer
Natal é sempre o fruto que há no ventre da Mulher
Tu que inventas ternura e brinquedos para dar
Tu que inventas bonecas e comboios de luar
E mentes ao teu filho por não as poderes comprar
És meu irmão amigo
És meu irmão
E tu que vês na montra a tua fome que eu não sei
Fatias de tristeza em cada bolo-rei
Pões um sabor amargo em cada dôce que eu comprei
És meu irmão amigo
És meu irmão
Bjs Paulinha
Obrigada pela ternura

OBRIGADO PELA TERNURA QUE TODAS " AS AMIGAS PARA SEMPRE " SE MANIFESTARAM EM RELAÇÂO AO
NASCIMENTO DO RODRIGO.
CLARO QUE É BONITO.....MAS O MAIS IMPORTANTE É
QUE É UM BÉBÉ SAUDÁVEL.
AGORA ESTÁ A FAZER PELA VIDA POIS MAMA MUITO
BEM E DORME.
EM BREVE JÁ A AVÓ LHE ESTARÁ A DIZER QUE FEZ
PARTE DA PÁGINA DO BLOGUE.
PARTE DA PÁGINA DO BLOGUE.
MAIS UMA VEZ OBRIGADO E BEIJINHOS.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Quem sou eu?
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Natal à Beira-Rio
É o braço do abeto a bater na vidraça?
E o ponteiro pequeno a caminho da meta!
Cala-te, vento velho! É o Natal que passa,
A trazer-me da água a infância ressurrecta.
Da casa onde nasci via-se perto o rio.
Tão novos os meus Pais, tão novos no passado!
E o Menino nascia a bordo de um navio
Que ficava, no cais, à noite iluminado...
Ó noite de Natal, que travo a maresia!
Depois fui não sei quem que se perdeu na terra.
E quanto mais na terra a terra me envolvia
E quanto mais na terra fazia o norte de quem erra.
Vem tu, Poesia, vem, agora conduzir-me
À beira desse cais onde Jesus nascia...
Serei dos que afinal, errando em terra firme,
Precisam de Jesus, de Mar, ou de Poesia?
David Mourão-Ferreira
doremi
E o ponteiro pequeno a caminho da meta!
Cala-te, vento velho! É o Natal que passa,
A trazer-me da água a infância ressurrecta.
Da casa onde nasci via-se perto o rio.
Tão novos os meus Pais, tão novos no passado!
E o Menino nascia a bordo de um navio
Que ficava, no cais, à noite iluminado...
Ó noite de Natal, que travo a maresia!
Depois fui não sei quem que se perdeu na terra.
E quanto mais na terra a terra me envolvia
E quanto mais na terra fazia o norte de quem erra.
Vem tu, Poesia, vem, agora conduzir-me
À beira desse cais onde Jesus nascia...
Serei dos que afinal, errando em terra firme,
Precisam de Jesus, de Mar, ou de Poesia?
David Mourão-Ferreira
doremi
Subscrever:
Mensagens (Atom)



