Por acaso não tens, nenhuma foto das Vampes?
Gostava de ver!
Bj
Isabel Aurora
Calou-se uma voz do povo
Que tinha sempre algo novo
Para nos contar e divertir
A sua voz não foi em vão
Até as pedras do chão
Por vezes fazia rir

Soltava-se a gargalhada
Mesmo que estivesse calada
Com os gestos que fazia
Era uma comediante
Deveras hilariante
Ao seu redor tudo ria
Sabia cantar o fado
Com a mana Bia a seu lado
Tudo se calava e ouvia
Não parava um só momento
Tudo era divertimento
Nas excursões que fazia

Sabia arrancar um sorriso
Sempre que era preciso
Quando alguém estava triste
Uma Força da Natureza
Tinha em si grande Riqueza
Como ela não existe
Prima Palmira, querida
Esta homenagem sentida
Faz juízo ao que sentias
Partiste fisicamente
Mas estás na nossa mente
Presente todos os dias!
Raquel Cruz
Setembro 2009
Passei só para vos dar os parabens por essa festa maravilhosa,e por aquilo que já vi e li, foi tudo organizado ao promenor alem da diversão e do espetaculo.