quarta-feira, 27 de maio de 2009


Ontem comemorou-se o Dia Internacional do Vizinho.

É muito raro passar pelas ruas onde morei, sem me lembrar das pessoas que também lá moravam – as minhas vizinhas.

Eram ruas simples de gente simples, onde a vaidade e a arrogância eram trocadas por amizade e solidariedade entre vizinhos.
As dificuldades com que viviam também os unia.

Eram famílias a viver em família. Sentia-se calor humano!
E o que nos resta hoje da relação entre vizinhos? Quase nada…
Como poderemos nós ser solidários na nossa rua, se muitas vezes conhecemos mal quem mora no nosso prédio?

E como poderemos nós esperar outra atitude, se até no seio das famílias o diálogo vai sendo cada vez menor?
Para onde caminhamos?


Bjs
cila

terça-feira, 26 de maio de 2009


TODAS SABEM DA EXISTÊNCIA DA " CASA DO MÉDICO S. RAFAEL "





MAS SABEM QUE O RESTAURANTE, O BAR, A ESPLANADA ESTÃO ABERTOS AO PÚBLICO ?






UM CAFÉ OU UM CHÁ, NESTA BELA ESPLANADA, COM UMA VISTA LINDÍSSIMA

sábado, 23 de maio de 2009

Quem reconhece estas imagens? :)

Todas nós certamente!
E a musiquinha?
;)



Bom Fim de Semana!!!
Beijokinhas

Filó

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Línguas de gato ;)


Vejam só o que eu descobri hoje, no meu passeio matinal...uma família numerosa que habita uma "vivenda" com vista previligiada para o mar!!
Miauuuu

Fernanda



COMO É FIM DE SEMANA.... PENSEI QUE GOSTASSEM DE VÊR ESTE PEQUENO VIDEO.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

"Operário da palavra "


-Depois de tantas palávras bonitas,
homenagens verdadeiras ,que mais fica
para dizer do "ZE VILHENA " ?

Muito estou em crer ....!

Um pensamento me ocorre ;

Ele foi um "Operário" realizado .
Com alma e coração .
Escreveu como gostava ,e que bem o fazia !

"Versejava" o que sentia, e tinha o dom da palavra .
Todas as semanas com aquela voz tão só dele,
aí estava na Rádio Sines dando lições de cultura ,
e espalhando conhecimento como ele tão bem o sabia
fazer .



"O Homem vai mas a obra fica ".
-alguém disse um dia -


Ivone


Gifs - Flash - Fotos e Videos Para seu Orkut

FIQUEI TRISTE ... E PENSATIVA.... SÓ LHE CONHECIA A FACETA DE CARPINTEIRO, QUE ME DESCULPE.
FICO ORGULHOSA DE TER SIDO UM SINEENSE E UM " GRANDE HOMEM ".
A ELE E A SUA FAMILIA LHE PRESTO A MINHA HOMENAGEM.






Carpinteiro de profissão, iniciou a sua participação associativa como membro da direcção do Centro Recreativo Sineense. Foi obreiro do Carnaval desde o primeiro ano, sendo o responsável pelos versos no Enterro do Entrudo ao longo de 36 anos.

No 1.º de Maio de 1974, foi o primeiro sineense a fazer uma intervenção em liberdade na Praça Tomás Ribeiro, e entre 1974 e 1977, integra a Comissão Administrativa da Câmara Municipal que antecedeu as primeiras eleições democráticas. No exercício das funções de vereador, dinamizou o desporto em Sines, com a criação da Codicuder e do Conselho Desportivo Municipal.

Ainda no período pós-revolucionário, foi candidato a deputado à Assembleia Constituinte, pelo MDP, onde era militante, em 1975, e um ano mais tarde ingressou no PCP.

O contributo para o movimento sindical foi também marcante na sua vida. Foi presidente da Delegação de Sines do Sindicato da Construção Civil e participou na criação da União dos Sindicatos de Sines e Santiago do Cacém em 1978. Presidiu ainda à mesa da Assembleia Constitutiva da União dos Sindicatos e coordenou o seu primeiro secretariado.

Na vida politica, foi eleito por quatro vezes para a Assembleia Municipal de Sines, uma vez como 1.º secretário, duas como presidente e uma como deputado de bancada.

Poeta, prosador e comentador do mundo à sua volta, colaborou em vários jornais e revistas com crónicas e poemas e publicou em nome próprio quatro livros que reflectem o seu amor por Sines e o seu humanismo: Respostas do Carpinteiro (1994), Onde o Mar Abraça o Alentejo (1996), De Alinda a Vila do Cabo (2000) e A Essência da Raiz (2006).

Na sequência da publicação desta última obra, os leitores do jornal O Leme atribuíram-lhe o Leme Dourado, com a classificação de primeiro lugar em literatura.
Pela sua dedicação e acções relevantes como autarca e escritor, recebeu a medalha de mérito municipal, atribuída no dia 24 de Novembro de 2008.

Numa das últimas intervenções públicas, na emissão da Miróbriga, em 2007, José Vilhena declama um poema de sua autoria, dedicado aos lobos do mar, intitulado “Tempo Sofrido”.

terça-feira, 19 de maio de 2009



Sines perdeu ontem um dos seus melhores amigos.
- O Zé Vilhena.
Ele cantou apaixonadamente, como antes ninguém o fizera, o amor à sua terra …

“Sines é para amar
E sempre o mereceu
E não pode olvidar
O que o povo sofreu “

“Que a praia ainda seja
Uma realidade
Onde o mar beija
Mas já com saudade”


“De areia macia
Sem poluição
Onde ele se revia
De inverno e de verão”

E chorou de saudade …

“Já sinto saudade
Ó vila velhinha
Daquela idade
Em que eras mais minha.”

“Eu sei que tu ficas
Assim antevejo
Com as ruas mouriscas
Onde eu me revejo.”

“Voltar a acariciar
Dunas altaneiras
Que viram amar
De várias maneiras”

E sentiu a revolta…

“Pedaços de um povo
Que diz que não quer
Que tragam o novo
P´ró velho morrer.”

“É preciso construir?
Que o façam! Senhores!
Mas sem destruir
Os nossos valores.”

“Porque gostamos da vida,
Das árvores…. do mar
Queremos-te defendida!
Sines é para amar!”

E a ti meu bom amigo
Eu presto minha homenagem.
A vida, é uma passagem
Tocada p´la ilusão.
O homem nasce, o homem morre.
Mas o poeta,
Não !

Cila

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Mas que silêncio neste fim de semana !!!

Onde andarão as meninas do aeiou ?

Será que também foram convidadas para o Baile da Fazenda?



bjs
cila

domingo, 17 de maio de 2009




Amigas lembram-se de vos ter participado o nascimento do Rodrigo ?
Pois é, já tem 5 meses e.... a mamã vai retomar a sua vida profissional, o que quer dizer que estou a iniciar as minhas funções de avó a tempo inteiro.
Como vêem está tudo pronto para o receber... estou um bocado ansiosa...espero desempenhar o meu papel com muito amor mas, ao mesmo tempo algumas regras. Já falei com ele e tenho a certeza que nos iremos entender.
A ELE dedico este poema :

AVÓ SÉCULO XXI

Como é bom ter uma avó !
Companheira que ela só
Conta histórias de encantar
Branca de neve - Cinderela....
Canta canções de nanar
Não me imagino sem ela

Conta que o lobo mau é bom
Que não comeu a avózinha
Foi tudo brincadeirinha
Pois quando o encontrou
No caminho da floresta
Deu-lhe tanto carinho
Que o lobo virou bonzinho
Mais parecia um cachorrinho
E pra ele tudo era festa

Ela inventa , e diz então
Que a vida é uma comprida linha
Que a ponta final é dela
E que a do inicio é a minha
Tenho que correr pra pegá-la
Soltando a imaginação
Um dia vou alcançá-la

Sabem que a minha avó
Leva-me a passear
Acompanha-me à natação
E ensina-me a nadar ?

Quando ela está por perto
Não tenho medo nenhum,
A minha avó é decerto
Vóvó século vinte e um !

De: Isabel Correia Silva